Cidadão de Elite é aquele que entende a EDUCAÇÃO como transformadora de sua vida, compreende os temas de ATUALIDADES, reconhece seus DIREITOS, tem uma VISÃO POSITIVA DO FUTURO, buscando MOTIVAÇÃO para a conquista do SUCESSO. Para os jovens, a vaga no VESTIBULAR é o 1º passo e vamos ajudá-lo nas CIÊNCIAS HUMANAS (História, Geografia, Sociologia e Filosofia), além de contribuir em habilidades de LEITURA e ESCRITA.
O site JovemNerd (http://jovemnerd.ig.com.br/) lançou quadrinhos que ensinam de forma divertida o processo de emancipação política do Brasil, também conhecido com Independência do Brasil.
Vejam a síntese retirada do site:
Em Independência ou Mortos, a História do Brasil é recontada em quadrinhos a partir da vinda da família real portuguesa para o país em 1808. A fuga de D. João VI, sua esposa Carlota Joaquina e seus filhos Pedro e Miguel torna-se um pesadelo quando seu navio é tomado por zumbis devoradores de carne humana.
Quando o horror se espalha para as terras brasileiras, caberá a D. Pedro I libertar o país não apenas dos zumbis, mas também do domínio português, com o grito destinado a ecoar para toda a eternidade: "INDEPENDÊNCIA... OU MORTOS!"
A postagem anterior sobre a exumação do corpo do
ex-presidente Jango traz a luz do Vestibular o tema sobre o seu governo.
Para reforçar a importância do assunto, devemos
lembrar que em 1963, ou seja, há 50 anos, Jango conseguiu o retorno do
presidencialismo através de um plebiscito.
Vamos recordar o tema através de alguns pontos-chaves:
Recentemente assistimos dois episódios envolvendo
indígenas: a resistência no Rio de Janeiro para desocupar a área do Museu do
Índio liberando espaço das obras do Maracanã e a invasão do plenário da Câmara
dos Deputados em Brasília em protesto pelo projeto de lei que pode mexer em
áreas indígenas.
Tais ações podem gerar questões no Vestibular.
Vejam alguns exemplos:
. Presença no escambo: no comércio do pau-brasil o
índio cortava a madeira e entregava aos portugueses em troca de espelhos, pentes,
facas e outros objetos de pouco valor.
. Ironia nas charges: observe a charge abaixo do
livro “História do Brasil para Principiantes” que retrata o escambo em tom
irônico: o índio faz um grande esforço para carregar o pau-brasil e o português
oferece um simples chaveiro, símbolo de objetos de pouco valor.
NOVAES Carlos Eduardo, LOBO César - História do Brasil para
principiantes –- Editora Ática – São Paulo – p.40
. Visão Eurocêntrica: Quem levava vantagem no
escambo: o português ou o índio. Provavelmente você respondeu o português.
Agora pense um pouco. Qual a utilidade do pau-brasil para o índio? Nenhuma! Era
uma madeira abundante no litoral, enquanto que espelhos e objetos de metais
eram raros, úteis e, portanto, valiosos para a cultura indígena. E por que a maioria
considera que o português levou vantagem? O motivo é simples: pensamos com a
cultura capitalista eurocêntrica onde levamos em conta o valor financeiro da
madeira, muito mais cara que a bugigangas dadas em troca.
. A Catequese nas Missões Jesuíticas: no contexto
da Contrarreforma católica, os jesuítas vieram ao Brasil para catequisar os
indígenas, ou seja, ensinar a fé católica. Uma estratégia usada consistia em
aprender a língua para facilitar a comunicação e transmissão dos ensinamentos.
Veja este breve relato da Contrarreforma, abordando a questão da Inquisição e dos Jesuítas:
. A Guerra
Guaranítica (1750-1754): é o nome que se dá aos violentos conflitos que
envolvem os índios guaranis e as tropas espanholas e portuguesas no sul do
Brasil após a assinatura do Tratado de Madri, em 1750. Os índios guaranis
da região dos Sete Povos das Missões recusam-se a
deixar suas terras no território do Rio Grande do Sul e a se
transferir para o outro lado do rio Uruguai, conforme ficara
acertado no acordo de limites entre Portugal e Espanha. Com o apoio
parcial dos jesuítas, no início de 1753 os índios
guaranis missioneiros começam a impedir os trabalhos de demarcação da fronteira
e anunciam a decisão de não sair da região dos Sete Povos. Em resposta, as
autoridades enviam tropas contra os nativos, e a guerra eclode em 1754. Os castelhanos,
vindos de Buenos Aires e Montevidéu, atacam pelo sul, e
os portugueses, enviados do Rio de Janeiro sob o comando
do general Gomes Freire, entram pelo rio Jacuí. Juntando depois as
tropas na fronteira com o Uruguai, os dois exércitos sobem e atacam
frontalmente os batalhões indígenas, dominando Sete Povos em maio de 1756. Chega ao fim a
resistência guarani. (Fonte: Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Guaran%C3%ADtica)
Vídeo do jornalista e escritor Eduardo Bueno sobre Sepé Tiaraju, indígena que participou da Guerra Guaranítica:
Para informações gerais sobre os indígenas veja
este filme de cerca de 8 minutos:
Ainda é comum vermos o uso da palavra
“descobrimento” referindo-se ao 22 de abril de 1500. Este conceito foi
difundido pela visão eurocêntrica, ou seja, forma de pensar dos europeus, que
dominou nossa história durante muitos anos.
Atualmente predomina a noção de “chegada dos
portugueses” na medida em que já existia uma população local comumente chamada
de indígenas.
Para relembrar detalhes da viagem de Cabral
sugerimos o seguinte vídeo com cerca de 9 minutos:
Como o legado de Luís XIV até hoje
orienta a moda, os costumes e a gastronomia:
Luís
XIV governou a França durante um de seus períodos de maior prosperidade. Entre
1643 e 1715, ele estendeu as fronteiras e contribuiu para o fortalecimento do
país como potência política e econômica. Também patrocinou o trabalho de
escritores como Voltaire e do dramaturgo Molière, próceres do iluminismo,
movimento que arejou o pensamento ocidental. Outra contribuição importante do
monarca à posteridade não costuma figurar nos livros de história: Luís XIV
inventou o luxo tal como o conhecemos hoje. Os diamantes e o champanhe, por
exemplo, tornaram-se sinônimo de sofisticação e glamour em seu reinado. Os
sapatos de salto alto, indispensáveis para as mulheres elegantes, foram ideia
dos artesãos palacianos. A gastronomia francesa, com seus chefs, e a
alta-costura, com seus estilistas-estrelas, apareceram durante seu reinado,
assim como as butiques, as grifes e os salões de cabeleireiros.
Um duplo fato transforma a crise coreana em tema
quente do Vestibular: o aumento das tensões provocadas pelo jovem ditador Kim
Jong-il e os 60 anos do fim da Guerra da Coréia (1950-1953).
O tema, ligado às Ciências Humanas (História e
Geografia), pode ser cobrado em seu aspecto atual ou nas características da
guerra.
Vamos apresentar um breve resumo dos dois momentos: